pesquise no blog

Mostrando postagens com marcador Tutoriais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tutoriais. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Como visualizar arquivos e pastas ocultas no Windows [vídeo]



Algumas pastas e arquivos importantes ficam escondidos no Windows para a segurança do usuário. Devido à importância desses dados, o sistema os esconde para que não sejam encontrados, modificados, danificados ou deletados com facilidade.
Este simples tutorial vai ensinar você a visualizar esses arquivos e pastas escondidos no Windows. Vale sempre ressaltar que editar ou apagá-los pode causar erros irreparáveis. Portanto, efetue modificações apenas se você tem certeza do que está fazendo.

No Windows XP

A maneira mais ágil de configurar a exibição de pastas é através do “Meu Computador”, bastando abrir o menu “Ferramentas” e clicar em “Opções de pasta”.

A janela com as opções de pasta é exibida. Na aba “Modo de Exibição”, use a barra de rolagem para encontrar a opção “Mostrar arquivos, pastas e unidades ocultas” e marque-a.
Um pouco acima, confira a opção “Ocultar arquivos protegidos do sistema operacional”. É recomendado deixá-la marcada para evitar alterações em arquivos importantes.

Via Menu Iniciar

Outra maneira de acessar as opções de pasta é através do Menu Iniciar. Acesse a ferramenta “Executar”.

Depois digite “control folders” e tecle Enter ou clique em “OK”.

Via Painel de Controle

Para acessar as opções de pasta via Painel de controle, faça o seguinte: se a visualização estiver no modo Clássico, basta ir em “Opções de pasta”.
Caso a visualização esteja organizada por categorias, você deve ir em “Aparência e temas” e então “Opções de pasta”.

No Windows Vista/7

A maneira mais ágil de configurar a exibição de pastas é através do comando Executar. No Menu Iniciar, digite executar na barra de pesquisa e tecle Enter.

Na janela que se abre, digite “control folders” e tecle Enter ou clique em “OK”.

A janela com as opções de pasta é exibida. Na aba “Modo de Exibição”, use a barra de rolagem para encontrar a opção “Mostrar pastas e arquivos ocultos” (“Mostrar arquivos, pastas e unidades ocultas” no Windows 7) e marque-a.
Um pouco acima, confira a opção “Ocultar arquivos protegidos do sistema operacional”. É recomendado deixá-la marcada para evitar alterações em arquivos importantes.

Via Painel de Controle

Para acessar as opções de pasta via Painel de Controle, faça o seguinte: caso a visualização esteja organizada por categorias, você deve ir em “Aparência e Personalização” e então “Opções de pasta”.
Já se a visualização estiver no modo Clássico, basta ir em “Opções de Pasta” diretamente.
.....
Essa foi mais uma dica do Windows para você. Ressaltamos novamente que tais arquivos e pastas são ocultos justamente para sua segurança. Portanto, só os altere caso tenha conhecimento do sistema. Até nossa próxima dica.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11768-como-visualizar-arquivos-e-pastas-ocultas-no-windows-video-.htm#ixzz1Sl99tVf0

sábado, 15 de janeiro de 2011

TWITTER: Bloqueie tweets indesejados e deixe a sua timeline mais limpa


Produtos e serviços revolucionários sempre trazem, também, novos problemas e situações das quais não gostaríamos de fazer parte. E com o Twitter, não é diferente.
A rede de microblogs acabou revolucionando o modo como as pessoas se comunicam na internet. São pequenas postagens, em no máximo 140 caracteres, mas que muitas vezes não trazem algo que realmente interesse a todo mundo.
Isso mesmo, ou será que você nunca passou pela situação de começar a seguir algum usuário de Twitter, para só depois perceber que a pessoa “twitta” a cada minuto, entupindo a sua timeline com assuntos que, muitas vezes, não lhe interessam?
Ou ainda, um novo programa de TV que gera um imenso número de comentários, sempre com alguma hashtag envolvida. Pois se isso realmente o incomoda, trazemos aqui algumas alternativas de como é possível ver-se livre destes problemas, lançando mão de alguns programas e extensões.


Filtrando através do Tweetfilter

Se você não curte utilizar clientes para Twitter e acessa a sua conta diretamente pelo navegador, existem algumas possibilidades interessantes. O Tweetfilter conta com versões tanto para Firefox como Chrome. Para baixar, escolha a versão correta:
Esta extensão funciona de maneira muito simples. Depois de instalada, ela insere novos campos no seu Twitter e a tarefa de bloquear algum usuário ou assunto fica muito fácil: assim que o tweet indesejado surgir, basta que você clique em “Filter” para determinar se deseja bloquear o usuário, o assunto, ou ainda, algum link que tenha sido citado.
Tweetfilter
No lado direito da tela você pode modificar vários parâmetros e assim, deixa tudo configurado da maneira que achar melhor. Além disso, uma nova aba também é inserida, e nela, você visualiza todas as postagens que foram filtradas pelo complemento.

Tweetfilter


Usando o cliente TweetDeck

Muitas pessoas utilizam o TweetDeck como instrumento para visualização do Twitter. Suas ferramentas são famosas e o aplicativo, construído através do Adobe AIR, é um dos mais conhecidos mundo a fora.
Entre as suas inúmeras possibilidades de configuração, o TweetDeck conta com uma ferramenta de filtro, cuja finalidade é bloquear determinados assuntos ou usuários que você mesmo pode escolher.
Para as definições desta função, clique no botão de configurações do aplicativo (Settings), localizado na parte superior direita da sua tela principal. Depois, vá até o campo “Global Filter” (Filtro global).
TweetDeck
Nesta opção, você define quais são os parâmetros que deseja bloquear. São três campos disponíveis: “From people” (de pessoas) é onde você bloqueia tweets de outros usuários, ou então que contenham nomes específicos, Lucas Karasinski e @Lkarasinski, por exemplo.
No segundo, “Containing words” (que contém as palavras, em tradução livre) você consegue livrar-se de postagens que contenham determinadas palavras ou hashtags. Já no último campo, “From sources” (das fontes) o usuário consegue interromper o recebimento de mensagens que venham de outros programas, como o Facebook.
Para que as mudanças realizadas nestes campos tenham efeito, é necessário que você clique em “Save Settings” (salvar configurações) e depois reinicie o TweetDeck. Quando voltar, os filtros estarão em pleno funcionamento!

Outra opção

Existe uma alternativa ao TweetDeck e ela também funciona baseada em AdobeAir: o Mixero. Assim como o programa anterior, ele é um cliente e trabalha sem a necessidade de se abrir o Twitter no navegador.
Ele possui como pontos positivos ser completo e estar totalmente em português, o que facilita a vida da maioria dos usuários. Para baixar o Mixero, clique aqui.
Mixero
Com o programa já em pleno funcionamento, clique no botão “Opções”, localizado na parte superior da tela. Depois, vá até o campo “Filtro global”. Ali, existem duas opções principais para filtrar mensagens no Twitter:

A primeira está relacionada a assuntos e é o campo onde você define quais discussões, palavras, enfim, conversas e postagens que não despertam o seu interesse. Já na segunda alternativa, você é capaz de bloquear usuários propriamente ditos. Basta definir quais não quer visualizar e suas mensagens não farão mais parte de sua timeline.
.....
Então, alguma de nossas dicas ajudou a resolver os problemas de sua timeline? Esperamos que sim, afinal de contas, “amigos, amigos, tweets à parte!”. Até a próxima!


Leia mais: Baixaki

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Como Aplicar Pasta Térmica no processador


Um item que é de grande importância em todo e qualquer computador é a pasta térmica. Ela é o componente que fica entre o dissipador de calor do cooler e o processador. Sua principal função é aumentar a aderência entre estes componentes, para que assim o processador seja refrigerado de modo mais eficiente.
As Pastas térmicas podem ser  facilmente encontradas em qualquer loja de materiais elétricos/eletrônicos, ou até mesmo em lojas online. Existem inúmeros modelos, variando entre várias marcas e materiais que compõem as pastas.
Você pode encontrar pastas de R$ 5,00 até pastas de mais de R$ 70,00. As mais baratas são compostas basicamente de silicone, e as mais caras são feitas quase que inteiramente de prata – existem outras ainda que possuem cerâmica em sua composição, e outras vêm com cobre, aço ou alumínio.
Os processadores de modelo “in-box” já vêm com coolers e pasta térmica adequados Coolers novos também costumam vir com pasta térmica, de modo que se você adquirir um destes produtos não será necessário se preocupar com ela.
Se você não for adepto a overclocks, não há a necessidade de gastar muito dinheiro na compra de pasta térmica. Para usuários domésticos, as mais comuns devem dar conta do recado.
Quando mexer na pasta térmica?
É recomendado que se troque a pasta térmica sempre que tirar o cooler do processador, pois ao recolocar o cooler com a pasta antiga a aderência diminui. Ainda que você continue com a pasta térmica atual, seu computador irá funcionar melhor do que se não houvesse pasta térmica, porém, é provável que a temperatura média do processador aumente, o que fará com que a vida útil dele diminua.
Algumas pessoas também recomendam que se troque a pasta térmica a cada seis meses, pois o calor faz com que ela seque, mas este período de vida útil da pasta vai depender da composição. Outro fato é que as pastas térmicas possuem prazo de validade, geralmente três anos.
E se não usar pasta térmica?
Cuidado! Evite usar o seu computador caso ele esteja sem pasta térmica. Como o processador e o dissipador de calor não são microscopicamente lisos (apesar de aparentemente parecem que são), o contato entre eles não é perfeito, o que faz com que o cooler não resfrie o processador adequadamente, pois haverá uma pequena camada de ar entre os dois que não permitirá que isto ocorra.
Exemplificação da utilidade da pasta térmica.
Desse modo, o uso do computador sem que haja pasta térmica no cooler do processador faz com que o processador chegue a temperaturas altíssimas, o que certamente irá danificar o componente. Atualmente os computadores possuem medidas de segurança que previnem que o processador venha a ser danificado por atingir altas temperaturas, porém, pode ser que estas configurações estejam desativadas.
Leia mais sobre superaquecimento de processadores neste artigo. 
Mas fique calmo! Se seu computador não apresenta travamentos ou resets aleatórios, não há a necessidade de abrir o gabinete para verificar se há pasta térmica ou se ela está devidamente colocada, pois provavelmente não haverá problemas caso seu computador esteja estável.
Colocando a mão na massa!

Algumas precauções
Antes de começar, vale lembrar de algumas precauções a serem tomadas: apesar de não ser tóxica, a pasta térmica não deve ser ingerida. De modo algum coloque a pasta térmica em contato com a boca. Evite também de deixar a pasta térmica exposta a crianças ou animais.
Você também deve tomar muito cuidado na hora de mexer com o cooler e o processador. Se você possui pouca experiência com manutenção, a tarefa de retirar o cooler poderá ser difícil para você. Não use força bruta, pois apesar dos coolers possuírem encaixes e chaves que fazem pressão, não é com força que eles devem ser retirados, mas sim com jeito. Procure pelos encaixes/chaves que ficam nos coolers e desengate-os antes de retirar o cooler.
processador é um componente bastante frágil, e você deverá tomar grande cuidado com o manuseio dele. Ele possui pinos na parte inferior, os quais se entortam facilmente. Você deve ter muito cuidado para não entortar estes pinos, pois isto pode comprometer o componente.
Materiais necessários.Materiais necessários
Para aplicar a pasta térmica, você precisará dos seguinte materiais:
  • Pasta térmica;
  • Álcool isopropílico;
  • Espátula de plástico;
  • Cotonetes;
  • Pano macio, papel higiênico ou cotonetes.
Você precisará ainda de uma chave para abrir ogabinete do seu computador, e talvez de uma chave de fenda para auxiliar você na hora de retirar o cooler do processador.
Atenção: use não use álcool de cozinha! Ele possui água e pode queimar seu computador.
Usa-se álcool isopropílico por ser um composto de álcool puro, sem água, o que faz com que não seja condutor de eletricidade. Ele pode ser encontrado em farmácias ou em lojas de produtos eletrônicos.
Aplicando a pasta térmica
Como remover a pasta antiga
Primeiramente você deverá remover a pasta térmica que está no processador e/ou no dissipador de calor. Tire o excesso de pasta raspando a espátula de plástico cuidadosamente sobre a superfície do processador/dissipador. Em seguida, molhe o cotonete com o álcool isopropílico e retire o que restou da pasta térmica antiga. Após isso, passe o pano/algodão umedecido com álcool.
Retire o restante com um cotonete umidecido com álcool.
Retire o excesso com a espátula.








Aplicando a nova pasta térmica
O segredo na hora de aplicar a pasta térmica não é quantidade. Tome cuidado, pois caso você coloque pasta em excesso, ela acabará servindo como isolante térmico em vez de condutor, o que prejudicará o resfriamento do processador.
A quantidade de pasta a ser aplicada deve ser mínima: aplique cerca de uma gota, em cima do processador. Em seguida, utilize uma espátula para espalhar cuidadosamente a pasta sobre o processador, de modo que a camada final seja bem fina, tal como uma folha de papel. Não é necessário cobrir toda a parte superior do processador, de modo que o local mais importante é o centro.
Aplique uma gota de pasta térmica sobre o processador.Espalhe a pasta com a espátula.
Resultado após ter espalhado a pasta.
Após isso, reinsira o processador na placa-mãe. Você deve manter a alavanca do soquete para cima, e após certificar-se de que o processador está corretamente encaixado (note que em uma das "pontas" do processador não existe um pino, e que no soquete, em uma das "pontas" falta um "furo". Estas partes devem ficar juntas.), abaixe-a.Em seguida reinsira o cooler sobre o processador.Cooler sendo inserido na placa-mãe.
Processador devidamente inserido na placa-mãe.
Se você achar necessário, utilize uma chave de fenda para auxiliá-lo, mas tome cuidado para que a chave não escape e esbarre na placa-mãe, pois poderá danificá-la. Cuide também para que o cooler seja reinserido na posição correta, pois isso também influenciará na refrigeração do processador.
Não se esqueça de ligar o fan (ventoinha) do cooler! Se você esquecer disso, a ventoinha não irá funcionar, e o processador irá superaquecer.
Plug de alimentação da ventoinha do cooler.
Testes realizados
Realizamos alguns testes para verificar qual seria a diferença da temperatura máxima atingida pelo processador com a pasta térmica antiga e com a pasta térmica nova. Para realizar os testes, seguimos a explicação do artigo Processador em Chamas, no qual estão relacionados os programas para monitoramento e para forçar o processador.
Os programas utilizados foram HWMonitor e CPU Burn. O primeiro para monitoramento da temperatura e o segundo para fazer o teste de stress no sistema.
Confira abaixo o resultado:
Resultados do teste com a pasta térmica antiga.
Resultados do teste com a pasta térmica nova.
Observando a linha "CPUTIN", você vê a temperatura atual, a temperatura mínima, e a temperatura máxima atingida pelo processador, respectivamente. Note que na primeira imagem a temperatura máxima foi de 59ºC, e na segunda, a máxima chegou a 46ºC. Ou seja, a temperatura diminuiu em 13ºC!
Tentamos ainda ligar o processador sem pasta térmica. Porém, o sistema desligava antes mesmo de iniciar o Windows, pois o processador atingia 85ºC e desligáva automaticamente.






Finalizando
Pronto! Você acaba de aprender mais um truque sobre manutenção de computadores! Siga os passos cuidadosamente e não haverá erros. Envie seu comentário sobre este artigo. Diga quais foram suas experiências e ajude a complementar o texto.
Confira também outros artigos relacionados:(Links externos)
FONTE:Baixaki




Como Instalar o Windows 7 diretamente do Pen Drive


O Windows 7 foi um dos maiores sucessos da Microsoft desde o lançamento do Windows XP, pelo menos no que diz respeito a sistemas operacionais. Grande parte do sucesso se deve à interface gráfica mais didática do que seu antecessor e também às novas ferramentas e facilidades oferecidas, como o novo sistema de organizar os ícones de aplicativos em execução.
No entanto, os usuários de netbooks, ou mesmo notebooks, passaram a enfrentar alguns problemas para a instalação do Windows 7 em seus computador. Isso porque a maioria dos computadores ultraportáteis, se não todos, não possui drive ótico para a leitura de CDs e DVDs. Dessa forma, como seria possível instalar um sistema operacional novo no computador?
A Microsoft, pensando no impasse, disponibilizou um aplicativo muito útil. É o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool, o qual possibilita a criação de um pendrive inicializável e com todos os arquivos necessários para que a instalação do Windows 7 seja feita.
E para sanar todas as dúvidas e medos do usuário, o Baixaki criou este tutorial, o qual ensina todos os passos e mostra em detalhes como criar um pendrive inicializável que permita a instalação do Windows 7 em máquinas sem drive ótico.

Pré-requisitos

Para seguir com o tutorial e conseguir executar todos os passos sem problemas, você vai precisar de:
  • Um pendrive de, no mínimo, 4 GB.
  • O programa Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool instalado em seu computador.
  • Clique aqui para baixar!
  • Uma imagem ISO de qualquer versão do Windows 7.
Dica: Você pode utilizar um computador com drive ótico para criar uma imagem do próprio CD de instalação do Windows 7. Existem diversos aplicativos que permitem a criação de imagens ISO a partir de qualquer mídia. Bons exemplos são o Ashampoo Burning Studio e oPowerISO, mas você pode escolher qualquer outro aplicativo que se adapte melhor às suas necessidades. Clique aqui para conferir a lista de programas do gênero.
Crie uma imagem a partir do CD

Mãos à obra

Depois de instalar o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool em seu computador e providenciar a ISO da versão do Windows 7 que deseja instalar, é hora de colocar a mão na massa e começar a criação do pendrive inicializável com o sistema operacional a ser instalado.

1º passo: formatação

O primeiro passo consiste na formatação do pendrive que será utilizado para a instalação do Windows 7. Para isso, insira o dispositivo na porta USB do computador e abra uma janela do Windows Explorer. Em seguida, clique com o botão direito do mouse sobre o drive do pendrive e escolha a opção “Formatar”.
Na tela que aparecer, certifique-se de marcar a opção “NTFS” no campo “Sistema de arquivos”. Em “Rótulo do volume”, insira o nome com o qual o dispositivo será identificado e, para finalizar, clique em “Iniciar”. O tempo para formatação do pendrive vai depender do tamanho do disco removível. Ao final, uma mensagem será exibida indicando que a tarefa foi concluída com sucesso.
Formatando o pendrive

2º passo: utilizando a ferramenta

Uma vez que o dispositivo tenha sido formatado, é hora de utilizar o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool para tornar o pendrive inicializável e também inserir os arquivos de instalação do sistema. Todo esse processo é feito em apenas quatro etapas.
A primeira delas consiste na escolha da imagem ISO a ser gravada no disco removível. Clique em “Browse” e navegue até o diretório em que o arquivo de imagem se encontra. Em seguida, selecione-o e clique no botão “Next”, presente na parte inferior direita da tela do programa.
Escolhendo o arquivo de imagem
Na segunda etapa o usuário deve escolher qual tipo de dispositivo receberá os dados da imagem. Você pode escolher entre queimar um DVD ou criar um pendrive inicializável. Para este tutorial, a opção escolhida deve ser “USB device”, já que o objetivo aqui é ensinar a instalar o Windows 7 a partir de um dispositivo USB.
Escolhendo tipo de dispositivo
O próximo passo é escolher o drive no qual os dados do arquivo ISO serão inseridos. Geralmente o programa identifica e seleciona automaticamente o pendrive inserido no computador. Caso isso não aconteça, utilize o menu drop and down presente na tela para selecionar o dispositivo correto. Clique em “Begin copying” para iniciar a cópia dos arquivos.
Escolha o drive
Agora é só esperar até que o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool finalize o processo de cópia. Vale lembrar que isso pode demorar um bom tempo, pois a quantidade de informações e arquivos a serem transferidos para o pendrive é consideravelmente grande.
Recomenda-se ao usuário que aplicativos pesados não sejam executados enquanto a cópia estiver acontecendo. Dessa forma, futuras dores de cabeça, como arquivos de instalação corrompidos, podem ser evitadas. Uma mensagem de sucesso (ou erro) é exibida ao final do processo.

3º passo: instalando o sistema

Finalmente, agora é hora de instalar o Windows 7 utilizando o pendrive como drive. Não há segredo algum na instalação, pois ela segue exatamente os mesmos passos daquela realizada pelo CD ou DVD.
Agora é só instalar o sistema
O legal é que, utilizando o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool, o usuário não precisa se preocupar em mexer na BIOS do computador para que ele seja iniciado pelo pendrive. Ao final da transferência dos arquivos para o pendrive, basta o usuário reiniciar o computador e se preparar para a instalação.

.....

Não há muito segredo na criação de dispositivos USB inicializáveis. Com a ajuda de algumas ferramentas, como a Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool, o processo fica ainda mais fácil. Agora você já pode instalar o Windows 7 sem problemas e sem medos em netbooks, notebooks ou qualquer outro computador que não possui leitor de CD e DVD. 
FONTE:Baixaki

Pequenos ajustes para melhorar o desempenho do computador


Existem muitos programas que costumam consumir todo o poder de processamento das CPUs. É o caso de aplicativos de edição de vídeo e jogos de última geração. Evidentemente, não há como mudar o modo de funcionamento dos softwares, porém existem alguns truques que possibilitam um melhor aproveitamento do processador.
E para isso não é preciso instalar nenhum programa extra, pois o próprio Windows fornece configurações no “Gerenciador de Tarefas” para melhorar o gerenciamento da CPU. Hoje vamos ensinar como configurar o sistema para um gerenciamento eficiente do processador. Todavia, antes é importante analisar como está o desempenho do seu PC.

Meu processador está lento?

Há algumas formas de analisar se a CPU está com problemas para trabalhar com seus aplicativos. A primeira é o seu bom senso, ou seja, caso você utilize seu PC com frequência e note que ele está mais lento do que o normal, pode ter certeza que algo está sobrecarregando o processador.
Será que o processador está lento?
A segunda etapa para verificar se o computador está com desempenho abaixo do esperado é conhecer os detalhes do seu processador e averiguar quais os softwares utilizados. Após ter conhecimento sobre o modelo da sua CPU, você pode saber o potencial dela.
Um processador de núcleo único (como o Pentium 4, o Celeron, o Sempron e o Athlon 64) não é o mais recomendado para trabalhar com softwares de última geração. Não que estes modelos não estejam preparados para o Windows 7 ou Vista, eles até são capazes de executar os sistemas mais recentes, no entanto, aplicativos como o AutoCAD 2011, o Adobe Premiere e outros tantos não são programas leves.
Modelo do processador
Sendo assim, se você executa um dos softwares acima em um processador básico, notará facilmente uma lentidão para o processamento das atividades. Neste caso, não há como resolver o problema se não trocando a CPU. Todavia, se você utiliza programas leves e do mesmo jeito seu processador está muito lento, talvez seja melhor partir para a próxima etapa de verificação.
A última, e talvez única, análise que realmente vai mostrar números sobre o desempenho do seu processador é facilmente realizada através do “Gerenciador de Tarefas”. Sendo assim, ao executar os aplicativos que você julga estarem afetando a CPU, execute os passos abaixo:
  1. Aperte as teclas Ctrl + Shit + Esc para abrir o “Gerenciador de Tarefas”;
  2. Acesse a aba “Processos”;
    Aba de processos
  3. Há algumas colunas identificando os processos, clique sobre a coluna “CPU” para visualizar quais aplicativos estão consumindo mais poder de processamento;
  4. Processos que estão utilizando a CPU
Detalhe: caso você clique e todos os processos estejam indicando “0” como valor de processamento, clique novamente para visualizar a coluna em ordem invertida.
Agora é preciso filtrar dentre os processos que apresentam maior porcentagem de uso da CPU, quais realmente estão afetando a usabilidade do computador. Caso algum processo esteja indicando valores acima de 97%, pode ter certeza que o aplicativo em questão é o grande causador dos seus problemas.

Atenção especial com os processos do sistema!

Dentre tantos processos, pode ser que você encontre alguns com nomes diferentes, como o “svchost.exe”, o qual tem múltiplas instâncias, ocupa uma quantidade de memória razoável e em alguns casos pode apresentar um pequeno uso da CPU.
Este é apenas um dos processos do sistema, mas claro que existem outros. Identificá-los é muito importante e também é fácil. A maioria dos serviços estará sendo executado pelos seguintes “Usuários”: SYSTEM, LOCAL SERVICE e SERVIÇO DE REDE. Você não deve efetuar quaisquer alterações nestes processos, muito menos encerrá-los.
Processos do sistema
Caso você tente fechar algum processo importante, o Windows exibirá um alerta, mas se você tentar e o sistema não informar nada, pode ser que alguma função deixe de funcionar.

Definindo a afinidade

A “afinidade” é uma regra que pode ser configurada para cada aplicativo. Através deste detalhe, o sistema tem como saber qual núcleo vai trabalhar com quais processos. Por padrão, o sistema configura para que todos os aplicativos utilizem os núcleos igualmente, mas isso nunca acontece. Claro que, computadores de núcleo único não possuem meios para a utilização desta regra.
A configuração manual da afinidade só é necessária quando algum aplicativo está causando a lentidão do sistema. No entanto, é importante ficar atento para um detalhe: limitar a afinidade de processamento de um software pode gerar resultados indesejados. Isso quer dizer que, se você configurar um jogo para ser executado apenas em um núcleo, terá uma experiência bem desagradável.
Sendo assim, a configuração da afinidade pode ser útil em casos que o processamento intenso não seja obrigatório. Esse é o típico caso de conversores de vídeo, editores de imagem e outros softwares que não necessitem apresentar resultados em tempo real. Enfim, abaixo você confere como alterar esta configuração:
  1. Aperte as teclas Ctrl + Shit + Esc para abrir o “Gerenciador de Tarefas”;
  2. Acesse a aba “Processos”;
  3. Clique com o botão direito sobre o item que você deseja configurar;
  4. Definir prioridade...
  5. Abra a opção “Definir afinidade...”;
  6. Escolha o núcleo
  7. Uma nova janela vai exibir os núcleos do seu processador. Selecione um dos núcleos e clique em “OK”.
Nota: não defina todas as afinidades para um único núcleo. Além disso, procure criar uma configuração em que os processos sejam executados por diferentes núcleos. Exemplo: se você definiu que um conversor de vídeo será executado no núcleo “CPU 0”, configure o navegador para ser executado no núcleo “CPU 1”. Assim, será possível utilizar os dois softwares sem notar grandes problemas de desempenho.

Definindo a prioridade

Como o próprio nome diz, a prioridade serve para que o sistema saiba quais processos são mais importantes. A configuração de prioridade só é necessária quando determinado aplicativo causa lentidão ou o travamento da máquina. Normalmente não é recomendado alterar a prioridade, pois esta modificação pode gerar problemas diversos na utilização dos programas.
Veja como proceder para alterar a prioridade:
  1. Aperte as teclas Ctrl + Shit + Esc para abrir o “Gerenciador de Tarefas”;
  2. Acesse a aba “Processos”;
  3. Clique com o botão direito sobre o item que você deseja configurar;
  4. Posicione o mouse sobre a opção “Definir prioridade...”;
  5. Defina a prioridade
  6. Um menu é aberto, indicando as prioridades disponíveis. Selecione a prioridade desejada.
Atenção: Nunca escolha a prioridade “Tempo Real”. Esta configuração pode gerar a instabilidade do sistema.

Outros problemas...

Acompanhou todas as dicas e seu PC continua travando? Então você deverá analisar outros fatores. Os vírus geralmente afetam o desempenho geral do computador, sendo assim, é importante utilizar um software de segurança para verificar se não é este o caso.
Outro detalhe que pode atrapalhar na usabilidade do computador é a temperatura do processador. Para identificar se este é o problema, instale um programa de diagnóstico e verifique se a CPU não está quente. Caso não esteja, vale abrir o gabinete e efetuar uma limpeza ou até trocar o cooler. Alguns computadores vêm configurados para desligar quando a temperatura está muito alta, ou seja, talvez seu problema seja na parte de hardware.
FONTE: Baixaki







quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Como desmontar seu PC corretamente Passo-a-Passo


Retirando placas PCI e AGP

Começaremos a desmontar o computador retirando as placas de vídeo e modem. Claro que você pode proceder diferente, porém, recomenda-se que você siga exatamente nossos passos para não encontrar dificuldades ao remover algum item de hardware. Prepare sua chave Philips e comece a desparafusar a proteção das placas PCI e AGP (ou PCI-Express).
Optamos por remover a placa PCI primeiro, mas você pode retirar a placa que preferir. Para retirar a placa do gabinete, desparafuse a parte metálica do gabinete e então pegando com cuidado, na parte metálica e na outra extremidade, retire com cuidado a placa. Caso você esqueça, todo procedimento relacionado a hardware deve ser executado com o computador desligado, inclusive com a chave da fonte na posição desligada.
Se você possuir mais placas instaladas, repita o procedimento. Atenção: usuários que utilizam placas do tipo AGP ou PCI-Express, podem ter de destravar a placa. Nossa placa-mãe não possui esta trava de proteção, mas a maioria possui, portanto, certifique-se de pressionar a trava para então desencaixar a placa de vídeo.

Vamos tirar a fonte do gabinete

A fonte é um item bem complicado de ser removido do gabinete, porque ela está conectada a diversos componentes. A primeira coisa a se fazer é desconectar os cabos que entregam energia para a placa-mãe. Veja abaixo que há dois conectores (dependendo da placa-mãe somente um conector é utilizado), por isso desconecte ambos com cuidado para não estragar os encaixes ou o cabo. Frisa-se ainda que devem ser retiradom os cabos segurando pelo conector, não puxe os fios, pois eles irão arrebentar. Note que os cabos da fonte possuem uma pequena trava junto ao conector. Para conseguir desconectar o cabo da placa-mãe, você deve pressionar esta trava para então puxar o cabo.
Agora ainda falta desconectar os cabos da fonte que estão ligados a outros componentes. Veja que o HD, o drive de CD e a unidade de disquetes utilizam cabos de energia. Não há segredos para removê-los, basta puxar o cabo pelas laterais (não pelos fios!). Confira a imagem abaixo.
Por fim, você deve remover os parafusos que prendem a fonte ao gabinete. Normalmente são quatro parafusos, porém fontes mais robustas não seguem necessariamente o padrão e podem ter outras travas, e caso você possua uma fonte diferente, talvez seja melhor consultar o manual.

Desconectando os cabos IDE

Para que o sistema operacional reconheça seus dispositivos de armazenamento e unidades ópticas é necessário que, além do cabo de energia, o cabo IDE esteja conectado. Remover os cabos IDE é uma tarefa bem simples, sendo que você deve pegar com cuidado pelas pontas do conector e então ir puxando vagarosamente. Atenção: não puxe a fita dos cabos IDE, pois elas arrebentam facilmente e você não poderá mais utilizar seu cabo.
Depois de remover o cabo das unidades de armazenamento, você ainda deve desconectar os cabos da placa-mãe. O procedimento é o mesmo, pegue nas extremidades do conector e vá puxando com cuidado. Para retirar o HD ou uma das unidades ópticas, siga o procedimento da imagem abaixo.

Desencaixe as memórias

Retirar a memória da placa-mãe é bem fácil. Note na imagem abaixo que ela possui duas travas nas laterais, sendo que basta pressioná-las para que a memória desencaixe. Ao desencaixar os pentes de memória, pegue com cuidado pelas bordas, evitando tocar nos contatos metálicos, pois isso pode ocasionar problemas graves com a memória ou com a placa-mãe ao reencaixar.

Cooler e processador

Até aqui não foi tão difícil, não é mesmo? Agora é hora de retirar o cooler e então o processador. O cooler e o dissipador geralmente saem juntos, bastando você destravar o cooler para retirar a peça e desconectar o cabo de energia da ventoinha (confira imagem abaixo).
Para retirar o processador o procedimento é simples: mude a posição da trava para cima e então pegue cuidadosamente pelas bordas do processador.

Desparafuse a placa-mãe

Por fim restou apenas retirar a placa-mãe do gabinete. Ela é fixada no gabinete por seis parafusos (algumas placas podem utilizar mais ou menos parafusos), os quais devem ser retirados com a utilização de uma chave Philips.
Provavelmente haverá alguns cabos pequenos conectados a sua placa-mãe, os quais são responsáveis por ativar o botão POWER, RESET e o alto-falante do gabinete. Marque precisamente a ordem desses cabos e então retire-os com cuidado. Após isso a placa-mãe está solta e você deve pegá-la pelas bordas para retirar do gabinete.

Finalizando

Pronto, seu computador está todo separado em partes. Logo o Baixaki irá publicar um artigo mostrando como montar um computador, de maneira muito semelhante a este artigo. Boa sorte a todos na desmontagem e tomem muito cuidado com os itens de hardware.
FONTE:Baixaki