pesquise no blog

Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Google Me pode abocanhar Orkut e ser a nova rede social do Google


O Orkut como conhecemos pode acabar. Kevin Rose, fundador do serviço Digg, afirmou em seu Twitter que possui fontes fidedignas de que uma nova rede social para competir com o Facebook será lançada pela Google ainda neste ano. Esta rede social agregaria todos os serviços sociais da empresa, incluindo o nosso querido Orkut, e colocaria um ponto final na dispersão das funcionalidades.
A Google, que ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, tentaria então obter a parcela do mercado que hoje é dominado pelo Facebook (detentor de 400 milhões de usuários ao redor do mundo).

Um serviço paralelo ao Orkut?

O Orkut é, sem margem para dúvidas, a rede social mais utilizada no Brasil, muito mais popular do que Facebook, Twitter e outras de menor expressão. Apesar de esse número de usuários brasileiros ser bastante grande, em escala mundial a rede social da Google fica muito atrás do concorrente Facebook, este possuindo mais de 400 milhões de adeptos.

Imagem: Google Buzz / Divulgação

E mesmo com o recente fracasso do Buzz, a Google parece não ter desistido de correr atrás dos usuários que prosseguem migrando para o Facebook. A maior prova disso está em uma possível modificação de todos os serviços sociais Google, conforme foi divulgado por Kevin Rose, fundador do Digg em seu Twitter oficial.

Rose é conhecido por sempre divulgar rumores que tornam-se reais no futuro. Ele disse que, segundo fontes confiáveis, a Google estaria desenvolvendo um novo modelo de sociabilização pela internet. O tweet dele diz: "OK, umm, huge rumor: Google to launch facebook competitor very soon Google Me, very credible source", em português: “Hmm, fontes confiáveis dizem que muito em breve a Google vai lançar um concorrente para o Facebook, o Google Me”.


Ou o fim do Orkut?

Este novo recurso não assustaria aos usuários brasileiros, se não fosse por um pequeno detalhe: no Gmail americano já não está mais sendo vinculado o link direto para as contas do Orkut. O que isso quer dizer? Por enquanto são apenas especulações, mas ao que tudo indica, o Google Me vai fazer com que o Orkut seja encerrado.
O que a imprensa norte-americana está imaginando é que, com isso, a Google agregue vários recursos que já estão sendo utilizados há algum tempo, mas por usuários muito esparsos.
Seria o fim do Orkut?

Por exemplo: levando em consideração que todos os usuários do Gmail (mais de 200 milhões) já possuem o Buzz e que 100 milhões acessam o Orkut, o Google Me (que seria automaticamente implantado, assim como o Buzz) já iniciaria suas atividades com mais da metade do número de adeptos do grande rival Facebook.

Google e as redes sociais

Se esses boatos forem confirmados, é possível que a Google esteja assinando sua sentença de morte no mundo das redes sociais. De um lado estão os usuários brasileiros que estão acostumados com o formato atual do Orkut e não parecem demonstrar sinais de satisfação com a possibilidade do fim.
De outro lado, estão os norte-americanos que não conseguem se acostumar às falhas da manutenção na privacidade da rede social. O Google tem acesso a muitas informações relacionadas aos usuários e o medo de um vazamento de dados faz com que muitos sejam avessos a uma rede social anexada ao email pessoal.

Redes sociais sempre movimentam boatos


Independente da origem do usuário, todos esperam ansiosamente por uma informações oficiais dos engenheiros da Google. Não se sabe se as alterações serão impostas a todos, se usuários do Gmail serão colocados no Google Me automaticamente, nem quais serviços serão agregados. Mas a retirada do Orkut dos links nativos do Gmail e o tweet de Kevin Rose fazem com que os boatos corram ainda mais rápido.
Você acha que, caso as informações se concretizem, é possível que os usuários brasileiros migrem sem problemas para esta nova rede social? Ou o fim do Orkut fará com que todos partam em busca do Facebook?


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/4512-google-me-pode-abocanhar-orkut-e-ser-a-nova-rede-social-do-google.htm#ixzz1RXFIO8CG

segunda-feira, 28 de março de 2011

IPV6: Mudanças no endereçamento das redes da Internet

Em uma rede,cada um dos computadores é indentificado com um número denominado IP (Protocolo Internet).O padrão númerico usado atualmente é o IPV4,o que acontece é que a numeração dessa versão já está esgotada,devido ao grande número de dispositivos conectados e ao rápido crescimento da Internet.
A falta de números de IP para indentificar os computadores impede que vários computadores utilizem uma mesma rede ao mesmo tempo e "freia" o crescimento da Internet.
Para evitar que isso ocorra,já está sendo implantado o padrão IPV6,que combinará letras e números e terá uma maior quantidade de caracteres.Para entender melhor o que é endereços de IP e como funcionará o IPV6,O site nic.br que é um dos órgãos responsáveis pela implantação desse sistema,disponibilizou um curso on-line(podendo-se também baixá-lo) para professores,técnicos,alunos e até pessoas comuns que queiram aprender sobre o assunto.O curso encontra-se no Link  http://curso.ipv6.br/ .


P.S: Lembrando que esse assunto será tema da prova de ACR 

domingo, 30 de janeiro de 2011

As Telas Touchscreen podem estar chegando ao fim! Descubra o motivo


Elas estão por todos os lados. Os smartphones e tablets conquistam cada dia mais fãs por causa de um dispositivo que possuem: as telas sensíveis ao toque. O que já foi um grande desafio para as fabricantes, hoje funciona com primor para as mais diversas necessidades e garante que os usuários não precisem de teclados QWERTY e mouses para comandar os aparelhos.
O que pouca gente sabe é que o processo de fabricação de telas deste tipo demanda a utilização de elementos que não são muito abundantes na natureza. É possível que as telas como conhecemos hoje sejam eliminadas do mercado para a chegada de novas tecnologias, mas ainda não se sabe se existe alguma forma de reproduzir a mesma qualidade de resposta que os dispositivos atuais nos mostram.


A importância destas telas

Sensibilidade ao toque é um avanço que trouxe uma série de vantagens para os usuários. Antes, todas as ações precisavam ser comandadas por digitações ou cliques, o que não é um problema em computadores, mas para aparelhos menores pode ser um fator de complicação.
A chegada do touchscreen trouxe uma nova gama de possibilidades. Telas maiores (com teclados virtuais) no lugar de teclados QWERTY oferecem melhores resoluções para vídeos e jogos. Quem acha que jogar com poucos botões é complicado, precisa conhecer as facilidades que o touchscreen oferece, como a virtualização de botões (vários jogos para iOS utilizam este recurso).
Facilidade na utilização

Outra palavra que merece destaque é: intuitividade. Apenas clicando sobre os ícones ou funções dos aplicativos, é muito mais simples do que utilizar teclas de um teclado numérico para comandar os softwares. Principalmente porque alguns usuários possuem dificuldades para associar números a controles direcionais, por exemplo.

Quais os materiais envolvidos?

Quem pensa que as telas sensíveis ao toque são limitadas à camada de LCD está muito enganado. Muitos outros materiais estão relacionados à fabricação deste tipo de dispositivo, incluindo capacitores e resistores microscópicos, responsáveis pelo reconhecimento dos gestos dos usuários e controle das funcionalidades.
Muitos elementos químicos envolvidos
Independente da tecnologia empregada (touchscreen capacitivo: iPhone e Galaxy Tab; resistivo: LG Optimus), as empresas de fabricação de telas sensíveis ao toque utilizam a mesma base de produção: Óxido de Índio-Estanho (OIE). Este elemento é composto principalmente por Índio, um substrato da mineração de chumbo e zinco.

Fragilidade e condutividade

O Óxido de Índio-Estanho causa muitas discussões por parte dos engenheiros eletrônicos e projetistas de produtos que demandam telas sensíveis. Por serem demasiadamente frágeis, é bastante difícil trabalhar com grandes porções deste material, causando desconforto e insegurança por parte das fábricas.
Tela LCD com transistores de Índio
Fonte da imagem: Deglr6328
Por outro lado, o OIE é aclamado pelas montadoras de smartphones e tablets, pois até o momento não são conhecidos materiais que apresentem as mesmas propriedades de condutividade e opacidade para permitir que a luz seja emitida com qualidade e que o tempo de resposta dos toques sejam satisfatórios.
Isso ocorre porque o OIE oferece boa condutividade elétrica para garantir baixos tempos de resposta entre comandos e execução das ações. Isso soma-se à transparência que permite a permeabilidade de luz para que a qualidade das imagens emitidas não sofram a interferências, o que aconteceria se outros metais fossem utilizados.


Previsões de escassez

Assim como grande parte dos minerais valiosos da Terra, o Índio também vê suas reservas sendo diminuídas a cada dia, o que significa que em alguns anos não existirá mais a abundância do material. É claro que ainda podem ser descobertas novas fontes para a matéria-prima do OIE, mas as perspectivas não são muito otimistas.

Estima-se que grande parte das reservas de índio estejam localizadas na China, que controla o volume de exportações e utilização do produto há anos. Cálculos de pesquisadores da Universidade de Yale dão informações de que até 2020 não será mais possível utilizar o OIE em escala comercial, devido à escassez.
Há ainda uma enorme quantidade de Índio que não é aproveitada, pois mineradoras de chumbo e zinco nem sempre realizam as maneiras corretas para coletar os substratos de suas atividades. Esse desperdício pode custar caro nos próximos anos.


Quem seria afetado?

Todo mundo. Essa é a grande verdade, todo o mercado da tecnologia seria afetado se estas suspeitas forem confirmadas. Tablets e smartphones estão dominando o mercado e tirando até mesmo algumas parcelas de netbooks e notebooks, o que demanda muita capacidade da indústria de telas.


Existem substitutos?

Sempre que algum material essencial para determinado tipo de aparelho chega próximo do esgotamento, toda a indústria relacionada a ele passa a buscar novas formas de continuar produzindo seus bens de consumo. Não poderia ser diferente com este mercado tão aquecido, logo, já começaram a ser buscados substitutos para o OIE.
Muitas possibilidades

Óxido de cádmio

Como ainda não são conhecidas formas de deixar o OIE totalmente de lado, uma opção que alguns pesquisadores estão cogitando é a utilização de Óxido de Cádmio. Esse composto é quase tão transparente quanto o Óxido de Índio-estanho e ainda com maior capacidade de condução.
Mas é bastante instável, deteriorando-se rapidamente. A forma de lutar contra isso é colocando cerca de 20% de OIE na composição, apenas o suficiente para criar uma película de proteção sobre o outro material, que ainda apresenta outros problemas bastante graves em relação ao meio-ambiente.
Barra de Cádmio
Fonte da imagem: Alchemist-hp
Óxido de Cádmio é um composto muito tóxico que demanda muitos cuidados na manipulação e, principalmente, no encaminhamento dos resíduos dos produtos. Estes problemas, se somados, mostram que o cádmio ainda não é uma opção viável para as telas touchscreen.

Nanomateriais de carbono

Se existe um elemento versátil, este elemento é o carbono. São inúmeras as possibilidades de subprodutos que podem ser criados com a alteração de algumas propriedades dele. Com isso, muitos estão pensando em utilizar o grafeno: composto carbônico que é fabricado em folhas e pode representar transistores de apenas 1 micrômetro.
Nanotubos de grafeno
Fonte da imagem: Arnero/Wikimedia Commons
Por ser finíssimo, o grafeno também oferece pouca opacidade, ou seja, permite a permeabilidade de luz, o que é essencial para uma superfície touchscreen. Logicamente essa tecnologia ainda é bastante cara, deixando poucos fabricantes empolgados com a utilização do material em seus aparelhos.
Mas o que anima os investidores é o fato de que no futuro é possível que haja uma equiparação nos valores cobrados por aparelhos com touchscreen OIE e aparelhos com nanotubos de carbono. Isso ocorrerá porque as telas OIE vão subir de valor na mesma velocidade com que o material vai se esgotando.
Somando isso ao constante crescimento do segmento do carbono (e a consequente queda nos preços), em alguns anos pode haver uma similaridade nos valores. Com isso, estas novas tecnologias tomarão, gradativamente, o lugar das tecnologias antigas no mercado tecnológico, até que o OIE não faça mais falta nos aparelhos.

Isso significa um aumento nos preços dos aparelhos?

Não necessariamente. Por mais que as telas possam ganhar alguns dólares a mais na fabricação, é importante notar que outros componentes de hardware dos dispositivos eletrônicos estão cada vez mais baratos. Processadores, memória e sistema operacional ganham mais funcionalidades e, devido ao volume de vendas, têm seus valores diminuídos.
O que o futuro reserva?
.....
Será que serão encontradas fontes de Índio para a fabricação do OIE em larga escala antes de ocorrer uma escassez? As indústrias de telas e mineradoras não poupam esforços para encontrar alternativas que possam garantir a qualidade na resposta aos toques, sempre buscando formas de manter os preços para não esfriar o mercado.
Leia mais no Baixaki: 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Intel emprega músico do Black Eyed Peas como Diretor de Inovação Criativa


O Diretor de Inovação Criativa da Intel, mais conhecido como will.i.am.
Fonte da Imagem: Intel
O Diretor de Inovação Criativa da Intel é músico, ator, produtor e sete vezes ganhador do Grammy. William James Adams Jr., ou will.i.am, ficou mundialmente conhecido como líder do grupo Black Eyed Peas, mas vai passar a direcionar pelo menos parte de sua criatividade para fins de entretenimento e tecnologia.
A combinação agrada os olhos da Intel: “Como uma extensão de sua insaciável fascinação pela área, will.i.am vai se engajar em uma longa colaboração criativa e tecnológica com a Intel”, afirma a empresa. Durante uma conferência em Anaheim, na Califórnia, ele já mostrou seu crachá de identificação.
O artista multifacetado demonstrou otimismo com a parceria. “Unir-me aos cientistas, pesquisadores e programadores da Intel para colaborar em conjuto com o desenvolvimento de novas maneiras para comunicar, criar, informar e divertir será excelente”, ele afirmou durante o anúncio.
De acordo com a Intel, a função de will.i.am é única e pretende alavancar laptops, smartphones, tablets e outros dispositivos dentro dos conceitos do “Compute Continuum” (o qual prevê que mais e mais aparelhos serão capazes de se conectar à internet) e do “Visual Life” (focado em aperfeiçoamentos de exploração de imagens, vídeos e filmes), ambos da Intel.
A união é apontada como o encontro de dois mundos: entretenimento e tecnologia, e o objetivo é simplesmente criar a experiência definitiva neste sentido. “Nossa parceria com will.i.am é um exemplo de como queremos conduzir e entregar a experiência Intel”, afirmou Deborah Conrad, vice-presidente e chefe de marketing.


Leia mais no Baixaki: